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domingo, 11 de agosto de 2019

#tbs_HDL_105 - UM PROFUNDO CONTRASTE

Pois o SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho do impio
perecerá (Sl1.6).

O rei Davi faz um profundo contraste entre o impio e o justo, Enquanto o impio é como uma palha que o vento dispersa, o justo é como uma árvore plantada junto à fonte. Enquanto o impio está seco espiritualmente, o justo mostra verdor mesmo nos tempos de sequidão. Enquanto o impio não produz frutos que agradam a Deus, o justo produz frutos na estação certa. Enquanto o impio não tem
estabilidade e é jogado de um lado para o outro pelo vendaval, o justo tem suas raízes firmadas no solo da fidelidade de Deus. Enquanto as obras do impio são reprovadas por Deus, em tudo quanto faz o justo alcança sucesso. Enquanto o impio busca a roda dos escarnecedores, o justo se deleita na lei do Senhor. Enquanto o impio não terá assento na assembleia dos santos nem prevalecerá no juizo, o justo será conduzido por Deus na história e recebido na glória. Enquanto o caminho do impio perecerá, o caminho do justo é conhecido por Deus. É tempo de você refletir sobre a sua vida. Quem
é você? Onde está o seu prazer? Onde está o seu tesouro? Em qual dessas duas molduras você pode colocar sua fotografia? Lembre-se: 0 impio pode parecer feliz, mas seu fim é trágico. O justo, porém, mesmo passando por provas na vida, é bem-aventurado!

terça-feira, 16 de julho de 2019

Dízimos...

Temos que dizimar? O dízimo é um mandamento para o cristão no contexto do novo testamento?

O cristão não precisa mais dizimar por Enes razões...

Primeira razão: o dízimo segundo a "lei" era uma décima parte das produções de tudo que os judeus produziam no campo, mas no nosso contexto a palavra dízimo não "significa dízimo", mas uma taxa de  dez por cento da nossa renda e, essa taxa não pode ser chamada de "dízimo"...por que não? Por que não é mais  mandamento para à igreja que é composta de judeus e gentios, aliás nunca foi e nem será um mandamento para a igreja de Jesus Cristo (Gálatas 3:10 Todos quantos,  pois,  são das  obras  da lei  estão debaixo  de maldição;  porque  está escrito: Maldito  todo aquele  que  não  permanece em  todas as coisas  escritas no  Livro  da lei,  para praticá-las.); Gálatas 3:13 Cristo  nos  resgatou da  maldição  da lei,  fazendo-se ele próprio maldição  em nosso lugar   (porque  está escrito: Maldito  todo aquele  que for pendurado em  madeiro).

Segunda razão: O dízimo Antes de se tornar um mandamento era "opcional" e não mandamento para judeus e gentios. Sobre esse ponto temos somente dois pessonagens bíblicos que deu o dízimo Abrão e Jacó (Gênesis 14:18
Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo; Gênesis 14:19 abençoou ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus  Altíssimo, que possui os céus e a terra; Gênesis 14:20 e bendito seja o Deus  Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo); Gênesis 28:22
e a pedra,  que erigi por coluna,  será a Casa  de Deus;  e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.

Terceira razão: O dízimo foi dado para os Judeus que "viviam na lei de Moisés", e nunca para os gentios: (Números 18:21
Aos filhos  de Levi  dei todos os dízimos  em Israel  por herança,  pelo  serviço  que prestam, serviço  da tenda  da congregação).

Quarta razão:  O dízimo não é mas obrigatório para "Judeus e gentios," pois em Cristo Jesus somos um só corpo que é a igreja (Colossenses 2.1-23).

Quinta razão: O dízimo tem seu contexto ortopratico na lei e não no contexto da graça de Jesus Cristo.

Sexta razão: O dízimo foi mencionado por Cristo Jesus no "processo do cumprimento da lei," que a inda seria cumprida na cruz. Jesus não ensinou os judeus a quardarem o dízimo,"pois eles já o faziam." Jesus não ensinou os gentios a dizimar, "pois o dízimo não era mandamento para os gentios."

Sétima razão: O dízimo no contexto do novo testamento é "descritivo e não normativo"(hebreus 7.1-).

Oitava razão: se o dízimo é um mandamento no contexto da cruz e ressurreição de Jesus Cristo, então onde está as maldições adivindas da lei sobre os que não dão os dízimos? Onde está os detalhes que mostra e demostram como devemos dá os dízimos no contexto da Cruz de Jesus Cristo? Se lermos toda a carta de Paulo aos Gálatas vamos constatar que estamos em outra realidade que transcende a lei de Moisés.

Décima razão: Nem um apóstolo de Jesus Cristo no começo e no final do processo de formação do cânon do novo testamento "escreveu normativamente" ou ensinou os gentios e judeus a dá dízimos.

Décima primeira razão: todos os mandamentos obrigatórios no contexto geral do novo testamento são detalhados pelos apóstolos de Jesus Cristo, depois da cruz de Jesus Cristo e, nessa premissa o dízimo não se encaixa.

Décima segunda razão: Até qui mostrei teológicamente que não somos obrigados a dá dízimos e, que não tem maldição adivinda da não guarda desse mandamento da lei no contexto da cruz, mas esse mandamento foi escolhido por muitas igrejas como uma taxa  para sustentabilidade da instituição religiosa no cumprimento de suas obrigações financeiras e espirituais, e isso é normal! Pois nem uma instituição si sustenta sozinha(), então nesse quesito se faz necessário os ministros de Jesus Cristo ensinarem os membros da igreja de Jesus Cristo a darem as suas ofertas e suas taixas de dez por cento de suas rendas (que hoje eles chamam de dízimo).

Muitas igrejas evangélicas lançam mão de alguns textos bíblicos do antigo testamento para aterrorizar a igreja afim de levá-los a darem os seus dízimos, e muitos ministros amaldiçoa os membros da igreja que não dão os seus dízimos, e isto é um grande pecado, pois não estamos mas nos montes da lei...O monte Sinai, monte Ebal, monte gerizinho, mas estamos no Monte da cruz de Jesus Cristo - onde foi cravada a lei e, nossos pecados foram perdoados.

No contexto da Cruz e ressurreição de Jesus a ênfase é sobre dá ofertas voluntárias para suprir as necessidades dos órfãos e viúvas e outros irmãos necessitamos e, também para sustentabilidade dos ministros que serviam a igreja em tempo integral. Não temos a ratificação do dízimo da lei em nem uma igreja do novo testamento, mas os apóstolos dedicaram uma parte do tempo para ensinar detalhadamente sobre como, e porquê os cristãos deveriam ofertar.

O grande problema hoje nas igrejas evangélicas quando pregam sobre ofertas é que na sua maioria usam os óculos da religião para interpretarem textos bíblicos conforme os seus achismos e com isso ignoram concientemente a real interpretação das escrituras sagradas e, com isso aumentam a resistência de muitos irmãos a não contribuir com suas ofertas, pois quem é que gosta de ser enganado e manipulado por técnicas que são antagônicas as Verdades claras e simples das escrituras sagradas. Na verdade se queremos que o reino de Deus cresça temos que fazermos jus a palavra da verdade com amor diante da igreja, pois esse é o caminho para que todos possam contribuir não só com suas ofertas, mas doando a si mesmos para o reino de Deus.  A mentira e a desonestidade intelectual são obras da carne e, isso é usado por satanás para deletar a essência divina... adivinda da palavra de Deus.

O amor e a verdade de Deus são a nossa maior motivação para contribuirmos com o reino de Deus.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Há alguma diferença da unção e presença de Deus? estas duas palavras são intercambiáveis ou não? unção e presença são a mesma coisa em ambos os testamentos?

Há alguma diferença de unção e presença de Deus? estas duas palavras são intercambiáveis ou não? unção e presença são a mesma coisa em ambos os testamentos ?

Primeiramente para entendermos as diferenças que há entre unção e presença de Deus em uma pessoa temos que entender que nem todas as pessoas na antiga aliança eram ungidas ou tinham a presença de Deus em suas vidas. Os reis de Israel eram ungidos por um profeta que tinham a unção profética () A unção de um rei na antiga Aliança não era retirada e nem o reino de um rei durante a sua vida, somente depois de sua morte é que outro poderia reinar em seu lugar. Não pode ter dois rei assentados no mesmo trono. O rei podia perder a presença de Deus em sua vida e no seu reino, mas nunca a unção de rei, está era a realidade da unção de Deus e sua presença em algumas pessoas escolhidas para exercer funções e lideranças políticas e religiosas, mas essa realidade não tem as mesmas aplicações funcionais na nova aliança do nosso novo testamento de Jesus Cristo nosso senhor e Salvador, pois todos que tem Jesus e o ama tem o Espírito Santo, pois o espírito santo é a unção e presença de Deus na vida de Todos os salvos em Jesus Cristo. Então, não temos como separar unção de presença de Deus, pois ambas as coisas são do espírito santo que é um em nós, não existe dois espírito santo dentro de nós e, nem podemos dividir ló, pois ele está em todos os crentes em Jesus Cristo (). Na verdade o crente só perde a unção como manifestações do espírito santo quando intristece o espírito santo, mas a presença que é o próprio espírito santo o crente só o perde se voltar para o mundo "totalmente." No contexto do novo testamento alguns crentes podem serem escolhidos para exercerem dons ministeriais específicos e;  isto é uma unção do espírito santo específica. No novo testamento não há a expressão..."O ungido do senhor" ortopraticamente como uma classe especial de pessoas superior aos demais crentes que são todos ungidos por Deus (). A superioridade ministerial é tratada no novo testamento pelos cristãos com honra e respeito ao senhor Jesus Cristo que deu ESTES dons ministeriais para edificar a igreja que é o seu corpo, então os que tem ESTES dons não podem serem dominadores do rebanho de Deus, pois o rebanho de Deus pertence a Jesus que os comprou com o seu próprio sangue. No contexto do novo testamento todos são ungidos e tem a presença de Deus... uns podem ter mais e outros menos presença do espírito santo como manifestações de poder, pois uns buscam mais o poder do espírito santo em suas dias através da oração e leitura da Bíblia sagrada. Para terminar quero dizer que não podemos separar unção e presença de Deus em nossas vidas, pois ambas são inter ligadas em nos, pois unção é a presença do espírito santo em nós. Se alguém perder a unção e presença do espírito santo, então esse tal está desviado e não tem o espírito santo.

Intimidade com Deus

Se alguém quer ser íntimo de Deus é preciso ter constância no uso de alguns elementos dado por Deus para todos que querem serem íntimos de Deus.

Elementos de uma intimidade com Deus...

O primeiro elemento é a oração,
O segundo elemento é adoração,
O terceiro elemento é o louvor,
O Quarto e último elemento é a palavra de Deus.

o que é oração? oração é um processo de comunicação com o criador.

O que é adoração na oração? adoração é o nosso reconhecimento do que Deus é.

O que é louvor louvor?
é o reconhecimento de tudo aquilo que Deus tem feito por nós.

O que é a palavra de Deus?  É inspiração canônica que se encontra nos 66 Livros da Bíblia... Isto é palavra de Deus.

A intimidade faz jus a estes elementos através da oração - a oração que não tem adoração, que não tem louvor, que não tem palavra de Deus - não é comunicação e muito menos intimidade com Deus. é preciso orar com a palavra de Deus...se a sua intimidade não tiver baseada na Essência da palavra canônica de Deus; saiba que Deus não tem nenhum compromisso em responder a sua oração, pois Toda oração que alguém faz a Deus tem que estar permeada da palavra de Deus, pois é a palavra de Deus que regula e dá direção legítima a oração no processo de uma intimidade mais profunda com Deus.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Um homem...

Um homem perde o céu e seus melhores amigos quando... Compra e não paga, quando peca e não pede perdão, quando diz ser uma coisa e si mostra outra, quando a sua boca fala coisas boas, mas em seu coração está o mal contra o seu próximo, quando perde o crédito e a confiança das pessoas por causa de uma vida desonesta e vulgar.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

TBS... teologia bíblica Sadia

Estamos precisando nestes últimos dias ugentemente de uma teologia bíblica Sadia, está teologia eu chamo a de TBS... teologia bíblica Sadia. A teologia bíblica Sadia tem algumas características que nos servem para descobrir e desmontar aquelas teologias basiadas em achismos de homens Revoltados e de espíritos amargurados com a religião, sendo que eles (a) mesmos estão adoencendo mais e mais as coisas que estão em processo de CURA; Judá em sua epístola descreve quem são estes Taís. Agora vamos descrever, o que é uma teologia bíblica Sadia?

A teologia bíblica Sadia é primeiramente bíblica na sua exegese, pois ela não é contraditada no contexto geral e no contexto imediato das escrituras sagradas... é justamente aqui que ela tem o seu ponto apologético que desconstrói as teologias pessoais dos revoltados com a religião. Vamos vê como funciona na prática a teologia bíblica Sadia...

Se a bíblia nos diz que temos que ter um ministério sobre a nossa fé e vivemos ao contrário do que ela nos ensina, então não estamos sendo bíblicos e nem sadios em nossa confissão de fé em Deus. Se um cristão não tem e nem se submete aos dons ministeriais dado por Cristo a igreja, os Taís estão afundando as suas vidas num idiotismo praticamente sem volta, pois os dons ministeriais foi nos dado por Jesus para edificar a igreja para a obra do ministério, afim de nós fazermos plenos em Cristo Jesus, e quando somos submissos a ESTES dons ministeriais não seremos enganados por ensinamentos de homens que enganam a si mesmos, e outras pessoas com suas teologias estragadas e alejadas, e lambuzadas com interpretações que é deletéria da prática da verdade na sua realidade... Essa realidade de dons ministériais e a igreja de Cristo não encontra pouso em falácias e achismos, e muito menos em uma espiritualidade insolacionista....a espiritualidade insolacionista não somente isola os dons ministeriais da igreja de Jesus Cristo, mas excluí a mesma nas suas falácias e na prática do dia a dia. Estava eu conversando com um rapaz sobre a igreja e seus pastores e outros obreiros, o mesmo me disse: que não precisava de pastores e nem de igrejas, pois Jesus é o seu único pastor. eu perguntei a ele: se ele tinha absoluta certeza que somente Jesus é o único pastor? Ele me respondeu que sim, mas logo lhe fiz outra pergunta: então meu caro amigo...como explicar a existência de outros pastores? Se o próprio Jesus que é o único pastor Deus salvador, se  ele nos deu outros pastores para cuidar das ovelhas que ele mesmo salvou lá na cruz, então se vc não tem um pastor terreno que entrou pela porta do aprisco das ovelhas (que é Jesus), nesse quesito Jesus não é seu único pastor, pois se vc não tem um pastor terreno que foi dado pelo único pastor Deus salvador, pois se você diz que tem um, então é preciso ter o outro. Disse a ele: a igreja tem dois tipos de pastores categoria... O pastor Deus salvador que é Jesus Cristo, e os pastores terrenos que nos foi dado como dons ministeriais. Ele me replicou dizendo: que os pastores de hoje são ladrões! Eu lhe perguntei: são todos ou alguns? Ele me disse: só alguns, então disse a ele: por que você não obedece os que são verdadeiros pastores e fiéis a o único pastor Jesus Cristo? Ele gaguejou ao responder me. Então lhe fiz outra pergunta... você obedece a bíblia e seus ensinamentos? Ele me disse que sim, então disse a ele: vamos ver se vc obedece ou não a bíblia sagrada no que se refere aos dons ministeriais...pedir para ele ler várias textos bíblicos, começando com Efésios 4.9-13 e João 10.1,2,15,16 depois coloquei ele para ler ESTES textos bíblicos:

Atos 14.23; 20.17, 28-
Tito 1.5-
Hebreus 10.25,26;13.7,17,20,24

E terminei dizendo ao rapaz: vejo que vc não obedece estes textos na prática da sua fé! E convidei o mesmo a voltar se para a obediência prática das escrituras sagradas, pois o mesmo estava perdido nas heresias de homens que não teme e que não tem uma autoridade ortopratica, que tem pé e cabeça no caminho e na verdade da vida de Cristo em sua igreja local e universal.

domingo, 16 de junho de 2019

Achismos...

Hoje em dia estamos vivendo uma verdade do "eu acho"...e essa verdade não liberta, mas escraviza as pessoas numa ambiguidade que excluí a prática real da verdade da palavra de Deus.
Não basta pregar ou ensinar a palavra de Deus... é preciso vive lá na pele, e sentir o amargo para se ter o doce da verdadeira essência divina, que excluí as falácias de uma espiritualidade mascarada na libertinagem de homens que não teme a Deus em seu filho Jesus Cristo.

Autor. Carlos Ribeiro