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sexta-feira, 15 de maio de 2020

Os três capítulos mais usados pelos calvinistas (Rm 9,10,11).

Certamente, o texto mais usado por calvinistas para defender a ideia de que Deus não quer salvar a todos e que, por isso, Ele já cria pessoas com o único propósito de condená-las, é o capítulo 9 de Romanos.

Antes de tudo, é muito importante explicar que, na época em que os livros sagrados foram escritos, eles não tinham essa divisão de capítulos e versículos. Essa subdivisão foi feita muitos séculos depois.

O que quero dizer com isso, é que Paulo, quando estava escrevendo a carta aos Romanos, desenvolveu um único texto corrido em sequência. Portanto, uma interpretação correta e saudável tem que analisar os assuntos principais de toda a carta aos Romanos.

Também é fundamental entender que o trecho que abrange os capítulos 9, 10 e 11 de Romanos, são uma única sequência e portanto, formam um único bloco que trata do mesmo assunto, a nação de Israel.

Toda informação descrita nos capítulos 1 a 8 da carta, nos auxiliará a entender corretamente qual é a mensagem que o Apóstolo Paulo quis transmitir nos capítulos 9, 10 e 11 de sua carta aos Romanos.

É fundamental para um correto entendimento, perceber que Paulo não trata a respeito de indivíduos nesse texto; mas do povo israelita em 3 etapas. O capítulo 9, fala sobre as origens e o passado de Israel.

No 10, fala sobre o presente de Israel, ou seja, a época em que Paulo escrevia o texto. E no 11, fala sobre o futuro da nação de Israel, o momento em que as promessas para o povo de Jacó serão cumpridas.

Tendo em mente que o capítulo 9 de Romanos está tratando da eleição, das origens e do passado da nação de Israel, ficará muito mais fácil de entender as afirmações que o texto faz e seu real significado.

Esse é um texto complexo que, há séculos é motivo de muitas controvérsias. Para que o leitor possa ter um entendimento mais completo desse texto e de seu significado, ele será transcrito na íntegra.

“…tenho grande tristeza e constante angústia em meu coração. Pois eu até desejaria ser amaldi-çoado e separado de Cristo por amor de meus irmãos, os de minha raça, o povo de Israel. Deles é a adoção de filhos; deles é a glória divina, as alianças, a concessão da Lei, a adoração no templo e as promessas. Deles são os patriarcas, e a partir deles se traça a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de todos, bendito para sempre! Amém”. (Romanos 9.1-5)

Paulo começa falando de sua tristeza pelo fato de que a maior parte do seu povo não aceitou a mensagem do evangelho de Jesus Cristo. Ao ponto de dizer que preferiria sofrer a condenação eterna, se com isso pudesse salvar todo o povo de Israel.

Ressalta que o povo de Jacó recebeu grandes honras da parte de Deus. É com eles que Deus fez as alianças, eles são a descendência dos patriarcas, por meio deles, Deus entregou a Lei, as Escrituras, o Templo, enviou os profetas e também o próprio Cristo.

“Não pensemos que a palavra de Deus falhou. Pois nem todos os descendentes de Israel são Israel. Nem por serem descendentes de Abraão passaram todos a ser filhos de Abraão. Ao contrário: “Por meio de Isaque a sua descendência será considerada” Noutras palavras, não são os filhos naturais que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abraão. Pois foi assim que a promessa foi feita: “No tempo devido virei novamente, e Sara terá um filho”. (Romanos 9.6-9)

Nesse segundo trecho, Paulo argumenta que o fato da maior parte do povo de Israel ter rejeitado o Messias, não significa que os planos de Deus foram frustrados, pois nem todos os descendentes físicos de Abraão, são povo de Israel aos olhos de Deus.

Para exemplificar esse conceito, ele cita o texto de Gênesis 21.12 para afirmar que embora, Ismael fosse filho de Abraão segundo a carne, não era ele quem seria considerado para a linhagem de Abraão.

“Mas Deus lhe disse: “Não se perturbe por causa do menino (Ismael) e da escrava (Hagar)…. porque será por meio de Isaque que a sua descendência há de ser considerada”. (Gênesis 21.12)

Pois ele foi gerado apenas de modo natural, mas Isaque foi eleito por Deus como sucessor de Abraão e patriarca do povo de Israel porque ele era o filho da promessa. Ele foi gerado por um milagre de Deus!

É importante observar que pelas tradições da época, o mais velho é quem teria o direito de ser o próximo patriarca, mas Deus demonstra que a Sua vontade está acima das tradições e regras humanas.

Na sequência, Paulo continua demonstrando que este não foi o único caso em que Deus foi contra as regras humanas e soberanamente elegeu um dos descendentes de Abraão para ser o patriarca do povo de Israel, isso também se repetiu com Jacó e Esaú.

“E esse não foi o único caso; também os filhos de Rebeca tiveram um mesmo pai, nosso pai Isaque. Todavia, antes que os gêmeos nascessem ou fizessem qualquer coisa boa ou má — a fim de que o propósito de Deus conforme a eleição permanecesse, não por obras, mas por aquele que chama — foi dito a ela: “O mais velho servirá ao mais novo”. Como está escrito: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú” (Romanos 9.10-13)

Nesse trecho Paulo continua enfatizando, que a eleição divina do povo de Israel, desde os patriarcas, não foi por mérito de nenhum deles; mas exclusi-vamente pela graça e soberania divinas, em escolher a linhagem da qual o Messias viria ao mundo.

É nesse trecho que os calvinistas interpretam o texto de forma totalmente equivocada, pois eles rejeitam todo o contexto que está falando a respeito do povo de Israel, e afirmam aqui que a eleição é uma eleição individual para salvação ou para perdição.

Nesse sentido, os calvinistas se utilizam desse texto para alegar que Deus, de forma totalmente incondicional, elegeu Jacó para a salvação e Esaú para a perdição. Porém, o texto aqui não está falando sobre eleição pra salvação, mas dá eleição da nação de Israel, como povo das promessas feitas a Abraão.

Eles citam isoladamente o trecho: “amei Jacó, mas rejeitei a Esaú” aplicando o texto diretamente as pessoas de Jacó e Esaú, e inferindo que essa eleição seria para a salvação de Jacó e perdição de Esaú.

Porém, quando analisamos as citações feitas por Paulo, percebemos que isso é impossível, pois antes disso, ele cita a segunda parte de Gênesis 25.23 que diz: “o mais velho servirá ao mais novo”

Então para entendermos a citação, vamos primeiro ler o texto completo de Gênesis 25.23 para observarmos o que Deus falou antes dessa frase:

“Disse-lhe o SENHOR: “DUAS NAÇÕES estão em seu ventre, já desde as suas entranhas DOIS POVOS se separarão; um deles será mais forte que o outro, mas o mais velho servirá ao mais novo”.

Ao analisarmos o texto completo, fica evidente que o texto não trata de indivíduos, mas de povos ou nações, que descenderiam deles. É isso que Paulo tinha em mente quando citou esse trecho em Rm. 9.

Outro fato que comprova essa verdade é que o homem Esaú, nunca foi servo do homem Jacó, pelo contrário. Foi Jacó quem se prostrou diante de Esaú, deu-lhe presentes e chamou a si mesmo de servo.

Porém, quando analisamos toda a história dos povos gerados por esses dois homens, confirmamos o cumprimento da promessa divina. Pois os Edomitas que descendem de Esaú, foram várias vezes subjuga-dos pelos Israelitas, que descendem de Jacó/Israel.

Também é fundamental analisarmos que, logo depois de citar Gênesis 25.23, na sequência direta do texto, Paulo em Romanos 9.13, faz uma citação bíblica que diz: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú”

Outro erro calvinista é associar essa segunda citação, como se fosse uma continuação da primeira. A primeira citação é de Gênesis, e narra eventos que ocorreram por volta de 2000 a.C. Já a segunda é do livro de Malaquias, escrito por volta de 400 a.C.

“…a palavra do SENHOR contra Israel, por meio de Malaquias. “Eu sempre os amei”, diz o SENHOR. “Mas vocês perguntam: ‘De que maneira nos amaste?’ “Não era Esaú irmão de Jacó?”, declara o SENHOR. “Todavia eu amei Jacó, mas rejeitei Esaú.

Transformei suas montanhas em terra devastada e as terras de sua herança em morada de chacais do deserto.” Embora Edom afirme: “Fomos esmagados, mas reconstruiremos as ruínas”, assim diz o SENHOR dos Exércitos:

“Podem construir, mas eu demolirei. Eles serão chamados Terra Perversa, povo contra quem o SENHOR está irado para sempre. Vocês verão isso com os seus próprios olhos e exclamarão: Grande é o SENHOR, até mesmo além das fronteiras de Israel!” (Malaquias 1.1-5)

Mais uma vez, vemos de forma incontestável que Deus está falando novamente de dois povos, os Edomitas e os Israelitas. Gênesis nos revela a eleição instrumental do povo israelita de forma profética.

Já Malaquias registra a história desses dois povos, que descendem de Jácó/Israel e de Esaú. Nos comprovando o cumprimento pleno das promessas divinas, proferidas para Isaque e Rebeca no Gênesis.

Deus fez o povo Edomita se tornar vassalo dos Israelitas, até que, por fim, perdeu sua terra e foi absorvido por Israel, conforme os livros históricos do A.T. registram com muita clareza e exatidão.

Sendo assim, a eleição descrita em Romanos 9, é a eleição instrumental do povo de Israel como nação pela qual Deus se manifestaria, revelaria as Escrituras, enviaria a Lei, os Profetas e o Messias.

Deus elegeu este povo, não porque ele fosse melhor que os outros, nem mesmo porque Isaque fosse melhor que Ismael, ou Jacó fosse melhor que Esaú, mas exclusivamente pela Sua vontade Soberana.

“E então, que diremos? Acaso Deus é injusto? De maneira nenhuma! Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão”. Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus. Pois a Escritura diz ao faraó: “Eu o levantei exatamente com este propósito: mostrar em você o meu poder, e para que o meu nome seja proclamado em toda a terra. Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer, e endurece a quem ele quer”. (Romanos 9.14-18)

Sendo assim, essa é uma eleição incondicional e soberana de Deus. Porém, é uma eleição instrumental de um povo, para cumprir os desígnios. Não se trata de uma eleição para salvação ou perdição de pessoas.

E nem poderia ser! Pois, como o texto trata claramente de dois povos, afirmar que se trata de uma eleição pra salvação, implicaria em dizer que Deus, decretou a perdição eterna de um povo inteiro.

Mas vários textos bíblicos, nos revelam que no céu, haverão pessoas de todos os povos, tribos, línguas e nações. Na congregação dos filhos de Deus, não faltará nenhum povo, nem mesmo os Edomitas!

“… diante de mim estava uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e segurando palmas. E clamavam em alta voz: “A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro”. (Apocalipse 7.9-10)

Depois de analisarmos todo o contexto, para realmente entendermos qual é o assunto que Paulo está tratando, podemos compreender o restante do texto sem forçar nenhum conflito soteriológico.

Não há nenhum conflito no fato de Deus fazer eleições condicionais para a salvação por meio da fé pré-conhecida do indivíduo (Rm. 8.29-30; 1Pe. 1.1-2); com o fato de Deus ter feito na história dos patriarcas e do povo de Israel, algumas eleições instrumentais incondicionais para cumprir Seus desígnios maiores.

Pois essas eleições instrumentais não afetam a salvação ou perdição de indivíduos. Porque o justo Deus dá igualmente a todos condições para crer, suportando com paciência aqueles que insistem em não crer, como “vasos de íra”; e concedendo a salvação a todos aqueles que crerem, os “vasos de honra”.

“Mas algum de vocês me dirá: “Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?” Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? “Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: ‘Por que me fizeste assim?’ ”

O oleiro não tem direito de fazer do mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso? E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos de sua ira, preparados para a destruição?

Que dizer, se ele fez isto para tornar conhecidas as riquezas de sua glória aos vasos de sua misericórdia, que preparou de antemão para glória, ou seja, a nós, a quem também chamou, não apenas dentre os judeus, mas também dentre os gentios?

Como ele diz em Oséias: “Chamarei ‘meu povo’ a quem não é meu povo; e chamarei ‘minha amada’ a quem não é minha amada” (Romanos 9.19-25)

TRECHO DO LIVRO: “HOMEM, PECADO E SALVAÇÃO” de Gabriel de Oliveira Porto.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Argumentos que desconstrói a literalidade das santas escrituras.

O nosso Deus nos Deu a natureza para nos ensinar sobre as coisas do céu e da terra. As coisas literais não desconstrói as coisas do mundo espiritual, mas colabora com a mesma. Por exemplo: quando Jesus falou sobre a história do rico e Lázaro ele estava usando coisas do mundo físico para mostrar uma realidade do mundo espiritual e não para negar essa realidade. Ninguém pode negar a literalidade da história do rico e Lázaro: O rico, Lázaro, os cães, a luxúria, as migalhas, a mesa, as chagas, a morte do rico, a morte de Lázaro, os anjos, o abismo, Abraão, o consolo de Lázaro, os tormentos do homem rico, suas lembranças das coisas da terra, seus 5 irmãos, Moisés, os profetas, os mortos que o rico queria que pregase para seus irmãos, a água, o dedo de Lázaro, a língua do rico e outras coisas. Tudo isso é literal em nosso mundo físico! No mundo espiritual a uma realidade semelhante a nossa, mas que essa realidade  é refletida em ações e reações na esfera do mundo espiritual, e isto não temos como negar, pois o mundo espiritual não é só constituído somente por Deus pai, Deus filho, Deus Espírito Santo e "pelos anjos de Deus". Sabemos que antes de Deus criar os anjos e o universo Deus é auto existente. Somente depois Deus criou o homem na terra e apatir desta criação Deus criou uma mulher para Adão. E, através deste casal Deus fez todos os povos da terra. Ao estudarmos Adão é Éva vamos descobrir a realidade do mundo espiritual e da constituição do homem, do seu espírito e alma em todas as Escrituras canônicas desde Gênesis a Apocalipse, temos uma abundância de ações e reações da alma e espírito que está dentro dos homens. A Bíblia deixa bem claro que não somos eternos como Deus, mas a mesma nos ensina que ao sermos criados por Deus não deixaremos de existir, pois Deus criou em nos uma alma e um espírito que sobrevive a morte do corpo e mesmo que o nosso corpo morra Deus irá na ressurreição nos dá um corpo glorioso e eterno. Vemos a Bíblia sempre aniquilando o aniquilacionismo, pois jamais deixaremos de existe e espiritualmente num corpo glorioso, este é o ensinamento geral das escrituras sagradas canônicas, todo ensinamento que não respeita essa realidade é espúrio é muito fantasioso, pois nega a realidade do mundo espiritual ensinado pelos elementos físicos das coisas criadas na terra. 

domingo, 26 de janeiro de 2020

10 CONSELHOS QUE BILLY GRAHAM DEIXOU PARA JOVENS CRISTÃOS:

10 CONSELHOS QUE BILLY GRAHAM DEIXOU PARA JOVENS CRISTÃOS:

1) Evite más companhias. Se você andar com maus elementos, ficará dominado por eles. A Bíblia diz: "Retirai-vos do meio deles, não toqueis em coisas impuras" (II Co. 6).

2) Evite o segundo olhar. Você não pode controlar o primeiro, mas pode evitar o segundo, que se torna cobiça.

3) Discipline suas conversas. Evite piadas e histórias com sentido duvidoso. "As más conversações corrompem os bons costumes" (I Co 15:33)

4) Tenha cuidado com a maneira de vestir-se. Deve ser um assunto entre você e Deus as roupas que usa. Uma jovem recém-convertida falou: De agora em diante vou vestir-me como se Jesus fosse o meu acompanhante.

5) Escolha cuidadosamente os filmes e programas de televisão que assiste.

6) Tome cuidado com o que você lê. Muito da literatura contemporânea apela ao instinto sexual.

7) Esteja em guarda com respeito a seu tempo de folga. Davi tinha o tempo em suas mãos, viu Beteseba e caiu em complicações.

8) Faça uma regra de nunca se envolver em namoro "pesado". Jovens cristãos deviam orar antes de cada encontro. A moça que tem Jesus Cristo em seu coração possui um poder sobrenatural para dizer "não" aos avanços de qualquer rapaz. E o rapaz que conhece Jesus Cristo tem poder para disciplinar sua vida.

9) Gaste muito tempo com as Escrituras. O salmista disse: "Guardo no meu coração a tua palavra para não pecar contra ti". (Sl 119:11). Memorize versículos e, quando a tentação chegar, cite-os. A palavra de Deus é a única coisa à qual satanás não pode se opor.

10) Tenha Jesus Cristo em seu coração e vida. Deus o ama e uma forte fé Nele tem guardado muitos homens e mulheres de cometer imoralidades (I Jo 2:14).

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

1° de Janeiro - hábitos

👉🏿Venha a Mim com um espírito de aprendiz, ansioso por mudar. Uma caminhada ao Meu lado é uma vida de renovação contínua. 

👉 Não se apegue aos velhos hábitos ao entrar num novo ano. 

👉Ao contrário, busque Meu rosto com a mente aberta, sabendo que sua jornada comigo envolve uma transformação pela renovação da sua mente. 

👉 Ao direcionar seus pensamentos a Mim, saiba que estou prestando atenção em você. Eu o encaro com olhos fixos porque a extensão da Minha visão é infinita. 

👉 Eu o conheço e o compreendo completamente. Meus pensamentos o acolhem com um amor interminável. 

👉 Eu também conheço os planos que tenho para você: planos de fazê-lo prosperar e não de lhe causar dano, planos de dar-lhe esperança e um futuro. 

👉 Entregue-se por completo à aventura de prestar cada vez mais atenção à Minha presença. (Romanos 12:2; Jeremias 29:11). 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Sodomismo o que isso é?

Olá meu amigo! A paz do senhor.

Em nem um lugar da Bíblia o sexo entre homem e mulher não é chamado de sodomismo, pois sodomismo é relações sexuais entre homem e homem, mas nunca entre uma mulher e homem. Sodomismo não é caracterizado por sexo anal e oral, mas homem com homem. Se sexo anal e oral é caracterizado por sodomismo então chupar os seios da esposa é pecado, pois o seio foi feito para da leite para a criança podemos dá enes exemplos semelhantes.

É preciso ter muito cuidado com ideias que nos priva de dá prazer para o cônjuge, pois em nem um lugar da Bíblia nos dizem que sexo oral é anal seja pecado. A Bíblia nos diz que sexo ante-natural é homem com homem. ela não está condenando o sexo oral e anal em si, mas a junção sexual que deveria ser práticada com uma mulher e não com um homem. Então não podemos caracterizar sexo anal e oral entre um homem e mulher como pecado, pois a Bíblia não nos ensina isso em nem um lugar. Ensinamentos que caracteriza sexo anal e oral como pecado de sodomismo são ensinamentos subjetivos que não encontra guarida nas escrituras sagradas, portanto tais proibições são contradições de homens que querem forçar na Bíblia as suas próprias significações.

O que tem que ser feito é que os casais precisam se cuidarem para as relações sexuais tanto anal, oral, vaginal e de comum acordo sem se adoecerem, pois força e ferrir o cônjuge é pecado.

As vezes os cônjuges não estão sadios e pode acontecer que o membro do cônjuge seja grande além do normal e com isso ferrir a companheira... "Nesse caso não se pode fazer sexo anal."

👉🏿 👉🏿👉🏿👉🏿👉🏿👉🏿👉🏿Sobre isso é preciso leva em conta muitas coisas....

👉🏿A consciência sexual do cônjuge.
👉🏿A criação sexual do cônjuge.
👉🏿A integridade sexual do cônjuge.
👉🏿A vontade sexual do cônjuge sem comprometer a integridade física
👉🏿O fanatismo religioso.
👉🏿 A falsa espiritualidade.
👉🏿A compreensão e falta de criatividade sexual etc.

Em fim use o bom senso e a sabedoria nas reações sexuais.

Por

Carlos Ribeiro

TBS...

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Mudar de vida é...

É hora de mudar de hábito... Isso implica em levar as coisas de Deus mais a sério... Mudar de vida de verdade!

Já pensou em ser usada(e)por Deus? Viver uma nova vida... Viver uma vida honrada, ter tudo de bom, viajar e conhecer outros lugares fazendo a obra de Deus juntamente com... , pois é meu amigo(e) esse é o caminho. Se você estiver disposto há perder os prazeres nocivos da vida libertina Deus fará coisas grandes através de você....você pode fazer isso hoje mesmo! Mesmo contra a sua vontade, pois a tua vontade nunca buscará a Deus, pois a mesma é inimiga de Deus e carrasco da sua alma.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Biografias cristãs são fontes de esperança


Por que ler biografias cristãs? Antes deresponder, permita-me outra pergunta: onde você busca esperança para viver? Todos necessitam de esperança. Todos buscam esperança em alguma coisa ou em alguém. Há um ditado popular que diz: “A esperança é a última que morre!”. É muito frágil esse adágio. Afinal, e se a esperança morrer? Aliás, e quando ela morrer? Ela é a última que morre, mas morre!

Viver sem esperança é sem graça; é uma desgraça. Não ter esperança para viver é viver uma vida morta e sem sentido; desgraçada, na verdade. Quando morre a esperança é difícil sobreviver. Daí a pergunta: onde você busca esperança para viver? Em quem, no quê ou como você busca esperança para viver?

Leia o que Paulo escreveu em Romanos 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito [as histórias do Antigo Testamento] para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. Percebeu? Esperança é fruto da paciência e da consolação das Escrituras: paciência para esperar e suportar e consolação das Escrituras para crer e prosseguir. Paciência e consolação das Escrituras produzem e sustentam nossa esperança (cf. Rm 5.3). E de onde recebemos paciência e consolação das Escrituras? Do ensino que obtemos — pela fé, Gl 3.5 — das histórias registradas nas Escrituras.

O autor de Hebreus escreveu (12.1): “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta”. Tendo descrito a jornada de homens e de mulheres de fé, “dos quais o mundo não era digno” (Hb 11.38), o autor sagrado fez sua aplicação dizendo que “a tão grande nuvem de testemunhas” que nos rodeia (Hb 12.1) serve para nos exortar a abandonar toda e qualquer coisa que esteja nos atrapalhando a correr a corrida da fé; serve para nos encorajar a correr “com perseverança, a carreira que nos está proposta”; serve para nos carregar de esperança para prosseguir.

Veja que o “peso” e o “pecado” que, respectivamente, nos embaraça (tornando-nos vagarosos) e “que tenazmente nos assedia” (impedindo-nos de correr), são fontes de falsa esperança que precisam ser descartadas; e no lugar delas devemos colocar o ensino das Escrituras, especialmente aquele tipo de ensino que nos aponta para “tão grande nuvem de testemunhas”. Em outras palavras: histórias de homens e de mulheres de fé nos exortam e nos encorajam e nos recarregam para prosseguir com fé, esperança e amor.

Noutro versículo, o autor de Hebreus recomendou (13.7): “Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram.” Não poderia ser mais claro. A Bíblia nos manda ler biografias cristãs: “Lembrai-vos [gr., imperativo] dos vossos guias… considerando atentamente [gr., particípio] o fim da sua vida, imitai [gr., imperativo] a fé que tiveram.” Deus planejou que biografias cristãs ou histórias de homens e de mulheres de fé gerassem em nós paciência e consolação o bastante para produzir e preservar em nós esperança. Funciona assim: enquanto pensamos e consideramos os exemplos de fé; enquanto nos apropriamos pela fé das promessas do evangelho ilustradas na vida das pessoas em tela, o Espírito nos fortalece (Gl 3.5) e nos faz correr com perseverança a carreira que nos está proposta (Hb 12.1).

Ainda em Hebreus, lemos o que segue: “Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas” (Hb 6.11-12). Essa, pois, é a importância de biografias cristãs: elas são fonte de esperança. Jonathan Edwards, nesse mesmo espírito, escreveu que “existem duas maneiras de se representar e recomendar a verdadeira religião e a virtude ao homem — uma é mediante a doutrina e o preceito [teologia, apologética, etc.]; a outra é por instância e exemplo [biografias]. Ambas são abundantemente usadas nas Sagradas Escrituras.”

Foram dois os mestres que me ensinaram o valor de biografias para a vida cristã. O primeiro foi Martyn Lloyd-Jones, em Os Puritanos: suas origens e seus sucessores (editora PES). O segundo foi John Piper, em seus sermões biográficos disponíveis em desiringgod.org. Piper, escrevendo uma série de exortações a pastores, dedicou um capítulo inteiro de seu livro Irmãos, nós não somos profissionais (Vida Nova) ao tema em foco e exortou os irmãos a lerem biografias cristãs, dizendo que “sendo bem escolhida, a biografia cristã reúne todo tipo de coisas de que os pastores carecem, embora tenham tão pouco tempo para buscar. A boa biografia é história, e nos protege do esnobismo cronológico (como C. S. Lewis costumava definir); é teologia — e das mais poderosas — pois emerge da vida das pessoas; é aventura e suspense, algo de que temos fome natural; e é ainda psicologia e experiência pessoal que aprofunda a compreensão da natureza humana. Boas biografias sobre os cristãos de maior relevância promovem crescimento notavelmente eficaz.”

Biografias cristãs são sim um enorme presente de Deus para os peregrinos cansados e sobrecarregados na jornada pelo caminho apertado que conduz para a vida; e como são poucos os que acertam com ela, fará você muito bem se buscar a companhia daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas. Portanto, tire vantagem desse bálsamo espiritual. Prove desse mel de sabores tão diversificados quanto são diversas as vidas que compõem a tão grande nuvem de testemunhas que temos a nos rodear. Leia biografias cristãs. Faça delas uma fonte de esperança para prosseguir.

Aos iniciantes, apresento, a seguir, uma lista de algumas biografias que julgo importantes (graças a Deus, já em português):

  1. Peter Brown, Santo Agostinho: uma biografia (Record)
  2. Roland H. Bainton, Cativo à Palavra: a vida de Martinho Lutero (Vida Nova)
  3. Ruth A. Tucker, A primeira-dama da Reforma: a extraordinária vida de Catarina von Bora (Thomas Nelson)
  4. Alister McGrath, A vida de João Calvino (Cultura Cristã)
  5. John Bunyan, Graça abundante ao principal dos pecadores: uma autobiografia de John Bunyan (Fiel)
  6. Iain H. Murray, Jonathan Edwards: uma nova biografia (PES)
  7. Jonathan Edwards, A vida de David Brainerd (PES)
  8. Arnold A. Dallimore, Spurgeon: uma nova biografia (PES)
  9. Iain H. Murray, O Spurgeon que foi esquecido (PES)
  10. Eric Metaxas, Bonhoeffer: pastor, mártir, profeta, espião (Mundo Cristão)

Além, é claro, da série completa, editada por Steven J. Lawson, um perfil de homens piedosos, publicada pela editora Fiel, e que traz a vida de grandes homens de fé do passado, tais quais: Calvino, Edwards, Tyndale, Spurgeon, Watts, Whitefield, Knox, Lutero e Lloyd-Jones.

Boa leitura!