sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
Argumentos que desconstrói a literalidade das santas escrituras.
domingo, 26 de janeiro de 2020
10 CONSELHOS QUE BILLY GRAHAM DEIXOU PARA JOVENS CRISTÃOS:
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
1° de Janeiro - hábitos
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Sodomismo o que isso é?
Olá meu amigo! A paz do senhor.
Em nem um lugar da Bíblia o sexo entre homem e mulher não é chamado de sodomismo, pois sodomismo é relações sexuais entre homem e homem, mas nunca entre uma mulher e homem. Sodomismo não é caracterizado por sexo anal e oral, mas homem com homem. Se sexo anal e oral é caracterizado por sodomismo então chupar os seios da esposa é pecado, pois o seio foi feito para da leite para a criança podemos dá enes exemplos semelhantes.
É preciso ter muito cuidado com ideias que nos priva de dá prazer para o cônjuge, pois em nem um lugar da Bíblia nos dizem que sexo oral é anal seja pecado. A Bíblia nos diz que sexo ante-natural é homem com homem. ela não está condenando o sexo oral e anal em si, mas a junção sexual que deveria ser práticada com uma mulher e não com um homem. Então não podemos caracterizar sexo anal e oral entre um homem e mulher como pecado, pois a Bíblia não nos ensina isso em nem um lugar. Ensinamentos que caracteriza sexo anal e oral como pecado de sodomismo são ensinamentos subjetivos que não encontra guarida nas escrituras sagradas, portanto tais proibições são contradições de homens que querem forçar na Bíblia as suas próprias significações.
O que tem que ser feito é que os casais precisam se cuidarem para as relações sexuais tanto anal, oral, vaginal e de comum acordo sem se adoecerem, pois força e ferrir o cônjuge é pecado.
As vezes os cônjuges não estão sadios e pode acontecer que o membro do cônjuge seja grande além do normal e com isso ferrir a companheira... "Nesse caso não se pode fazer sexo anal."
👉🏿 👉🏿👉🏿👉🏿👉🏿👉🏿👉🏿Sobre isso é preciso leva em conta muitas coisas....
👉🏿A consciência sexual do cônjuge.
👉🏿A criação sexual do cônjuge.
👉🏿A integridade sexual do cônjuge.
👉🏿A vontade sexual do cônjuge sem comprometer a integridade física
👉🏿O fanatismo religioso.
👉🏿 A falsa espiritualidade.
👉🏿A compreensão e falta de criatividade sexual etc.
Em fim use o bom senso e a sabedoria nas reações sexuais.
Por
Carlos Ribeiro
TBS...
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
Mudar de vida é...
terça-feira, 5 de novembro de 2019
Biografias cristãs são fontes de esperança
Viver sem esperança é sem graça; é uma desgraça. Não ter esperança para viver é viver uma vida morta e sem sentido; desgraçada, na verdade. Quando morre a esperança é difícil sobreviver. Daí a pergunta: onde você busca esperança para viver? Em quem, no quê ou como você busca esperança para viver?
Leia o que Paulo escreveu em Romanos 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito [as histórias do Antigo Testamento] para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. Percebeu? Esperança é fruto da paciência e da consolação das Escrituras: paciência para esperar e suportar e consolação das Escrituras para crer e prosseguir. Paciência e consolação das Escrituras produzem e sustentam nossa esperança (cf. Rm 5.3). E de onde recebemos paciência e consolação das Escrituras? Do ensino que obtemos — pela fé, Gl 3.5 — das histórias registradas nas Escrituras.
O autor de Hebreus escreveu (12.1): “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta”. Tendo descrito a jornada de homens e de mulheres de fé, “dos quais o mundo não era digno” (Hb 11.38), o autor sagrado fez sua aplicação dizendo que “a tão grande nuvem de testemunhas” que nos rodeia (Hb 12.1) serve para nos exortar a abandonar toda e qualquer coisa que esteja nos atrapalhando a correr a corrida da fé; serve para nos encorajar a correr “com perseverança, a carreira que nos está proposta”; serve para nos carregar de esperança para prosseguir.
Veja que o “peso” e o “pecado” que, respectivamente, nos embaraça (tornando-nos vagarosos) e “que tenazmente nos assedia” (impedindo-nos de correr), são fontes de falsa esperança que precisam ser descartadas; e no lugar delas devemos colocar o ensino das Escrituras, especialmente aquele tipo de ensino que nos aponta para “tão grande nuvem de testemunhas”. Em outras palavras: histórias de homens e de mulheres de fé nos exortam e nos encorajam e nos recarregam para prosseguir com fé, esperança e amor.
Noutro versículo, o autor de Hebreus recomendou (13.7): “Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram.” Não poderia ser mais claro. A Bíblia nos manda ler biografias cristãs: “Lembrai-vos [gr., imperativo] dos vossos guias… considerando atentamente [gr., particípio] o fim da sua vida, imitai [gr., imperativo] a fé que tiveram.” Deus planejou que biografias cristãs ou histórias de homens e de mulheres de fé gerassem em nós paciência e consolação o bastante para produzir e preservar em nós esperança. Funciona assim: enquanto pensamos e consideramos os exemplos de fé; enquanto nos apropriamos pela fé das promessas do evangelho ilustradas na vida das pessoas em tela, o Espírito nos fortalece (Gl 3.5) e nos faz correr com perseverança a carreira que nos está proposta (Hb 12.1).
Ainda em Hebreus, lemos o que segue: “Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas” (Hb 6.11-12). Essa, pois, é a importância de biografias cristãs: elas são fonte de esperança. Jonathan Edwards, nesse mesmo espírito, escreveu que “existem duas maneiras de se representar e recomendar a verdadeira religião e a virtude ao homem — uma é mediante a doutrina e o preceito [teologia, apologética, etc.]; a outra é por instância e exemplo [biografias]. Ambas são abundantemente usadas nas Sagradas Escrituras.”
Foram dois os mestres que me ensinaram o valor de biografias para a vida cristã. O primeiro foi Martyn Lloyd-Jones, em Os Puritanos: suas origens e seus sucessores (editora PES). O segundo foi John Piper, em seus sermões biográficos disponíveis em desiringgod.org. Piper, escrevendo uma série de exortações a pastores, dedicou um capítulo inteiro de seu livro Irmãos, nós não somos profissionais (Vida Nova) ao tema em foco e exortou os irmãos a lerem biografias cristãs, dizendo que “sendo bem escolhida, a biografia cristã reúne todo tipo de coisas de que os pastores carecem, embora tenham tão pouco tempo para buscar. A boa biografia é história, e nos protege do esnobismo cronológico (como C. S. Lewis costumava definir); é teologia — e das mais poderosas — pois emerge da vida das pessoas; é aventura e suspense, algo de que temos fome natural; e é ainda psicologia e experiência pessoal que aprofunda a compreensão da natureza humana. Boas biografias sobre os cristãos de maior relevância promovem crescimento notavelmente eficaz.”
Biografias cristãs são sim um enorme presente de Deus para os peregrinos cansados e sobrecarregados na jornada pelo caminho apertado que conduz para a vida; e como são poucos os que acertam com ela, fará você muito bem se buscar a companhia daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas. Portanto, tire vantagem desse bálsamo espiritual. Prove desse mel de sabores tão diversificados quanto são diversas as vidas que compõem a tão grande nuvem de testemunhas que temos a nos rodear. Leia biografias cristãs. Faça delas uma fonte de esperança para prosseguir.
Aos iniciantes, apresento, a seguir, uma lista de algumas biografias que julgo importantes (graças a Deus, já em português):
- Peter Brown, Santo Agostinho: uma biografia (Record)
- Roland H. Bainton, Cativo à Palavra: a vida de Martinho Lutero (Vida Nova)
- Ruth A. Tucker, A primeira-dama da Reforma: a extraordinária vida de Catarina von Bora (Thomas Nelson)
- Alister McGrath, A vida de João Calvino (Cultura Cristã)
- John Bunyan, Graça abundante ao principal dos pecadores: uma autobiografia de John Bunyan (Fiel)
- Iain H. Murray, Jonathan Edwards: uma nova biografia (PES)
- Jonathan Edwards, A vida de David Brainerd (PES)
- Arnold A. Dallimore, Spurgeon: uma nova biografia (PES)
- Iain H. Murray, O Spurgeon que foi esquecido (PES)
- Eric Metaxas, Bonhoeffer: pastor, mártir, profeta, espião (Mundo Cristão)
Além, é claro, da série completa, editada por Steven J. Lawson, um perfil de homens piedosos, publicada pela editora Fiel, e que traz a vida de grandes homens de fé do passado, tais quais: Calvino, Edwards, Tyndale, Spurgeon, Watts, Whitefield, Knox, Lutero e Lloyd-Jones.
Boa leitura!
